quarta-feira, 5 de junho de 2013

Copacabana - Taiana Vianna

Copacabana é um bairro nobre situado na Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro, no Brasil. É o bairro mais famoso e prestigiado do Brasil e um dos mais conhecidos do mundo. Tem o apelido de Princesinha do Mar e Coração da Zona Sul. Faz divisa com os bairros da Lagoa, Ipanema, Botafogo e Leme. 

Copacabana atrai uma grande quantidade de turistas para seus mais de oitenta hotéis, que ficam especialmente cheios durante as épocas do anonovo e do carnaval. No fim de ano, a tradicional queima de fogos na Praia de Copacabana atrai uma multidão de pessoas. A orla ainda é lugar de variados eventos, como shows nacionais e internacionais, durante o resto do ano.

O bairro é repleto de restaurantes, bares, cafés, hotéis, cinemas, bancos, igrejas, sinagogas (tradicionalmente abriga a comunidade judaica carioca), lojas, teatros e feiras de arte nos finais de semana. O comércio é bastante diversificado, com lojas de alto padrão misturadas a outras de perfil mais popular, além de camelôs. É o bairro com o maior número de idosos e aposentados do Rio de Janeiro.

O bairro oferece três estações de metrô (Cardeal Arcoverde, Siqueira Campos e Cantagalo) e mais de oitenta linhas de ônibus municipais e intermunicipais.

Existem diversas músicas brasileiras e estrangeiras que homenageiam Copacabana, de diversos autores, como Billy Blanco, Tom Jobim e Braguinha. Copacabana é considerada o berço da bossa-nova, como relata Ruy Castro no seu livro Chega de saudade. Na Praia de Copacabana, foram e ainda são realizados diversos eventos musicais.

Nesse país, Copacabana é o nome dado a uma cidade situada às margens do Lago Titicaca, fundada sobre um antigo local de culto inca. Existem relatos de que, nesse local, antes da chegada dos colonizadores espanhóis, ocorria o culto a uma divindade chamada Kopakawana, que protegeria o casamento e a fertilidade das mulheres.

Segundo a lenda, após a chegada dos espanhóis à região, Nossa Senhora teria aparecido no local para Francisco Tito Yupanqui, um jovem pescador, que, em sua homenagem, teria esculpido uma imagem da santa que ficou conhecida como Nossa Senhora de Copacabana: a Virgem vestida de dourado pousada sobre uma meia-lua. No século XVII, comerciantes bolivianos e peruanos de prata (chamados na época de "peruleiros") trouxeram uma réplica dessa imagem para a praia do Rio de Janeiro então chamada de Sacopenapã (nome tupi que significa "caminho de socós"). Sobre um rochedo dessa praia, construíram uma capela em homenagem à santa. Tal capela, com o tempo, passou a designar a praia e o bairro. Essa capela veio a ser demolida em 1914, para ser erigido, em seu lugar, o atual Forte de Copacabana. Por ficar numa área de difícil acesso, até o final do século XIX só existia na localidade o Forte Reduto do Leme, a pequena Igreja de Nossa Senhora de Copacabana e algumas chácaras e sítios.

Em 1923, foi inaugurado, na Avenida Atlântica, o Hotel Copacabana Palace, que se tornou um dos símbolos do bairro e da cidade. 

O presidente da Companhia Brasileira de Dragagens, ampliou a área de areia da praia e cujos objetivos principais eram: o alargamento das pistas da Avenida Atlântica, a passagem da tubulação que transporta todo o esgoto da Zona Sul até o emissário de Ipanema e evitar que as ressacas chegassem à Avenida Nossa Senhora de Copacabana e às garagens dos prédios da Avenida Atlântica.

Posteriormente, foram construídos, na orla, uma ciclovia e alguns quiosques para atendimento ao público.


CALÇADÃO DE COPACABANA

Internacionalmente o calçadão é inspirado na Praça Rócio, localizada em Lisboa, Portugal. Foi durante o governo do prefeito Pereira Passos que o calçadão foi construído. As famosas pedras calcita branca e basalto negro vieram de Portugal em 1906. Com 4,15 quilômetros de extensão, o calçadão vai da praia do Leme até a praia de Copacabana. Não dá para visitar o Rio de Janeiro sem tirar uma foto ou filmar esse cenário pra lá de famoso.



FORTE DE COPACABANA

Oficialmente denominado como Museu Histórico do Exército / Forte de Copacabana, computa atualmente um fluxo de cerca de dez mil visitantes por mês, constituindo-se em um dos mais belos cartões-postais da cidade.



Parque Lage - Carolina Gomes

O Parque Lage está ligado à memória de nossa cidade. Antigo engenho de açúcar na época do Brasil Colonial, suas terras se estendiam até as margens da lagoa, (atual Rodrigo de Freitas), conhecida na época pelos índios como de Sacopenapã - lagoa de raízes chatas, em Tupi-Guarani. O Engenho Del Rey pertencia a Antonio Salema, governador do Rio de Janeiro no século XVI.

Após 1660, passou a pertencer à família Rodrigo de Freitas Mello. Em meados do século XIX, um nobre inglês compra parte das terras, e contrata em 1840 o paisagista inglês John Tyndale para projetar um jardim de estilo romântico, nos moldes das quintas européias.

Em 1859, parte da fazenda passa a ser propriedade de Antonio Martins Lage. Os anos se passam, a chácara vai parar em outras mãos, mas, em 1920, um neto de Antonio Martins Lage, o empresário Henrique Lage, a compra. Amante das artes, Henrique Lage apaixona-se e casa-se com a cantora lírica italiana, Gabriela Besanzoni. Para agradar a artista, manda construir uma réplica perfeita de um “palazzo romano”, e reformula parte do projeto paisagístico.

Dois grandes portões se abrem à Rua Jardim Botânico, nº 414, para os caminhos cercados de palmeiras imperiais que levam à mansão, projetada pelo arquiteto italiano Mario Vodrel. A fachada principal tem pórtico saliente, totalmente revestido de cantaria. O casarão, construído em torno de uma piscina, tem mármores, azulejos e ladrilhos importados da Itália. As pinturas decorativas dos seus salões foram assinadas
por Salvador Paylos Sabaté.

Os jardins que cercam a casa fazem parte do Parque Nacional da Tijuca. São organizados de forma geométrica e o entorno compreende 52 hectares de floresta exuberante, com variedade de espécies da Mata Atlântica, nas encostas do Maciço do Corcovado e ao lado do Jardim Botânico.

O caráter eclético de sua arquitetura aliado ao estilo de vida de seus moradores refletiam o espírito de uma época, onde a vida social da cidade tinha lugar nos salões como o Palacete dos Lage. Deste período ainda encontram-se no Parque Lage algumas ruínas do antigo engenho de açúcar ali existente. Estes valores justificaram o tombamento da área verde, e das construções arquitetônicas ao seu redor pelo IPHAN, no ano de 1957, como patrimônio paisagístico, ambiental e cultural.

O Parque Lage cativa os visitantes que por aqui passam. Seja pela efervescência cultural da EAV, seja pela possibilidade de passeios no clima bucólico de sua área verde, onde destacam-se o lago e as ilhas artificiais, as pontes com trabalhos em rocaille, o coreto e a gruta, construídos em argamassa, imitando rochas e troncos de árvores.

Pode-se também circular dentro de uma das cavernas artificiais e admirar os aquários incrustados nas paredes. Os 12 tanques - o maior deles com capacidade para seis mil litros - abrigam diversas espécies de peixes, priorizando espécies de biomas de rios brasileiros.

Hoje, com bastante diversão para todas as idades, incluindo parque infantil, trilhas – que levam ao Cristo Redentor, chafariz, áreas para piquenique e descanso, estacionamento amplo, além de seguranças locais, o Parque Lage é um convite aos que desejam um contato próximo com a natureza.

Como chegar:

Da estação de metrô Botafogo (a mais próxima): integração para o Jardim Botânico ou para a Gávea.
Linhas de ônibus 170, 172, 174, 176, 178, 179, 409, 410, 438, 571, 573, 583.


HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO


HORÁRIO DA CANTINA:

De segunda a quinta de 9h às 22h30
Sexta-feira, sábado e domingo de 9h às 17h

HORÁRIO DA LOJA DE MATERIAL DE ARTE:

De 2ª a 5ª-feira, das 10h às 21h
6ª-feira, das 10h às 17h
Sábado, das 10h às 14h

TELEFONES ÚTEIS
Secretaria: (21) 3257-1800
Administração: (21) 3257-1819
Ensino: (21) 3257-1803
Projetos: (21) 3257-1810
AMEAV: (21) 3257-1802








Museu casa do Pontal - Aracelis Lopes

O Museu Casa do Pontal, no Rio de Janeiro, é considerado o maior e mais completo museu de arte popular do país. Seu acervo - resultado de quarenta anos de pesquisas e viagens por todo o país do designer francês Jacques Van de Beuque - é composto por cerca de 8 mil peças de 200 artistas brasileiros e recobre a produção feita a partir do século XX. A exposição permanente do museu reúne, em 1.500 m² de galerias, obras representativas das diversas culturas rurais e urbanas do Brasil. Exibido de forma temática, o acervo abrange as atividades cotidianas - festivas, imaginárias e religiosas.

O Museu está instalado em um sítio de 12.000 m² no Recreio dos Bandeirantes, próximo à Barra da Tijuca, entre o Maciço da Pedra Branca e a Prainha - seus amplos jardins foram especialmente desenhados para promover uma perfeita integração entre a vegetação, as galerias do museu e a reserva ecológica que se estende em torno dele.
Contém informações sobre a instituição e a coleção Jacques Van de Beuque, sobre as obras e as temáticas abordadas, dados sobre a história de vida dos artistas e sobre as regiões de produção.  Entre os exemplares estão bonecos de Mestre VitalinoZé Caboclo e Manuel Eudócio que retratam os costumes de  festas do interior do Brasil. Os tipos brasileiros como vaqueiroscangaceiros, integrantes de escolas de sambanoivos em trajes de casamento também estão representados.

Serviço: 

Como chegar:
Ônibus: Algumas linhas passam na região: S-20 e 703
Carro: Pegar a Avenida das Américas, no sentido Barra-Recreio. Na altura do Recreio Shopping, tomar desvio à direita antes do viaduto, seguindo a sinalização. Dirigir-se até o canal. Chegando ao canal, virar à esquerda, seguindo a sinalização, passando embaixo do viaduto, seguindo a sinalização. Prossiga por 1 km, margeando o canal, até a nova sinalização. Vire então à direita, cruzando a ponte sobre o canal e pegue o viaduto, seguindo a sinalização. Prossiga à direita, novamente, conforme a sinalização. Avance em torno de 2 km pela Estrada do Pontal até chegar ao Museu Casa do Pontal, que se encontrará à sua direita.

Visita teatralizada: Para escolas e entidades sociais, de terça à sexta, sob agendamento.

Visitas guiadas: Para grupos em português, inglês e francês. De terça a domingo, sob agendamento.

Horários: De terça a domingo, das 9h30 às 17h.

Cafeteria: Serve café, bebidas e lanches.

Estacionamento: Possui estacionamento próprio com 20 vagas.

Ingressos: Podem ser comprados na hora.

Lojinha: Vende publicações especializadas em arte e cultura popular, camisetas e outros produtos feitos com estampas de obras de arte do acervo do museu, e artesanato brasileiro, como cerâmica da região do Vale do Jequitinhonha (MG) e de Alto do Moura/ Caruaru (PE).

Acessibilidade: Os banheiros são adaptados para portadores de necessidades especiais e é possível circular em todo o primeiro andar da exposição permanente, cafeteria e loja.




Ilha de Paquetá - Juliana da Silva Caboi Costa

A ilha foi descoberta por volta de 1555 por André Thevet que tinha como missão fundar a França Antártica. Estácio de Sá vem ao Brasil para derrotar os franceses e colonizar novas terras. Funda a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro e doa a Ilha de Paquetá a dois companheiros de viagem, Inácio de Bulhões e Fernão Valdez.

Em 1697 é erguida a 1ª igreja da ilha, a Capela de São Roque, conhecido como padroeiro da ilha. Com a fusão da Guanabara e do Rio de Janeiro, a Ilha de Paquetá passa a pertencer a cidade do Rio de Janeiro em 1975 e se desvinculando de vez de Magé.

Paquetá torna-se um bairro nobre e mais visitado devido a vinda de D. João VI a Paquetá em 1808, torna-se moradia de personalidades importantes como José Bonifácio de Andrade e Silva, o Patriarca da Independência em 1829.

Por ser um bairro bem diferente dos demais a forma de chegada na ilha se dá apenas por barcas. Não é permitida a circulação de carros particulares apenas charretes, bicicletas, trenzinho turístico, barcos e canoas, as ruas não possuem asfalto, somente saibro para preservar o aspecto original.

A Ilha também possui serviços públicos tais como: Região Administrativa, Biblioteca, Escolas Municipal e Estadual, Hospital, Companhia de Limpeza ( COMLURB), Guarda Municipal, Correios, Corpo de Bombeiros, Cia de Água e Esgoto( CEDAE), Polícia Civil e Militar. 

Ao desembarcar, saímos na Praça Pintor Pedro Bruno, onde há um centro comercial, várias obras e projetos do próprio Pedro, bebedouro de pedra, a saída do trenzinho turístico, charretes e aluguel de bicicletas.

Para quem vem a primeira vez a Paquetá não pode deixar de ver:

Canhão de Saudação a D. João
Pedra da Moreninha















Praia da Moreninha
Árvore Maria Gorda



segunda-feira, 3 de junho de 2013

Paço Imperial - Laysa Andrade

Construído em 1743, foi usado primeiramente como Casa dos Vice-Reis do Brasil. Em 1808, com a chegada ao Rio da família Real Portuguesa, o edifício é promovido a Paço Real e usado como casa de despachos do Príncipe-Regente D. João VI. Nessa época o Paço sofreu obras de adaptação, tendo sido acrescentado um novo andar central à fachada voltada para a Baía da Guanabara. Os interiores foram redecorados e o Paço ganhou uma Sala do Trono, onde ocorria a tradicional cerimônia do Beija-mão.

Após a Independência do Brasil, o edifício passou a Paço Imperial. Foi no Paço que, a 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I decidiu ficar no Brasil e não voltar a Portugal, Dia do Fico. Também foi numa das salas do Paço que a Princesa Isabel assinou, em 13 de maio de 1888, a Lei Áurea, libertando os escravos. 

Após a Proclamação da República, as propriedades da Família Imperial e seus bens foram arrestados e leiloados. O Paço foi transformado em Agência Central dos Correios e Telégrafos. A decoração interna, estuques, pinturas e decoração, foi destruída e dispersa.A platibanda foi retirada para a expansão do terceiro andar, que passou a ocupar toda extensão do prédio. O pátio central foi ocupado e a fachada alterada com a introdução de frontões em estilo neocolonial. Em 1938 houve o tombamento do prédio e só em 1982 o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional restaurou o Paço à forma que tinha em 1818.

Atualmente o Paço Imperial é um Centro Cultural onde ocorrem mostras dos mais variados tipos, como Aleijadinho, Joseph Beuys, Maria Clara Machado, John Cage, os Rolling Stones, Helio Oiticica e Mestre Valentin.

No primeiro andar do prédio está instalada a Biblioteca Paulo Santos. Formada por este historiador da arquitetura e do urbanismo, a Biblioteca reúne um acervo de 6 mil volumes e 200 títulos de periódicos, a maior parte deles especializados em arte e arquitetura luso-brasileiras.

As demais salas do prédio estão permanentemente abertas para exposições temporárias de artes plásticas, eventos teatrais, concertos musicais, clássicos e populares, assim como para palestras e seminários relacionados às temáticas das exposições realizadas.

Entrada gratuita
Endereço: Praça Quinze de Novembro, 48 – Centro – Rio de Janeiro
Horário de Visita: 11:00h às 18:00h
Tel: (21) 2215-2622


Theatro Municipal do Rio de Janeiro - Larissa Dorneles

Na segunda metade do século XIX, a atividade teatral no Rio de Janeiro era muito forte, mas a então capital do Brasil não tinha um teatro que correspondesse plenamente a essa atividade e estivesse à altura da principal cidade do país.

O autor teatral Arthur Azevedo, em 1894, lançou uma campanha para que um teatro fosse construído para ser sede de uma companhia teatral municipal. Essa campanha resultou apenas em uma Lei Municipal, que determinou a construção do Theatro Municipal, porém, a lei não foi cumprida apesar da existência de uma taxa para financiar a obra. O dinheiro arrecadado com essa taxa nunca foi utilizado para a construção do Theatro.

Em 2 de janeiro de 1905, o prédio começou a ser erguido, com a colocação da primeira das 1.180 estacas de madeira de lei sobre as quais se assenta o edifício. Quatro anos e meio mais tarde, a obra que teve o revezamento de 280 operários em dois turnos de trabalho, no dia 14 de julho de 1909 foi inaugurado pelo presidente Nilo Peçanha o Theatro Municipal do Rio de Janeiro, com capacidade para 1.739 espectadores. Serzedelo Correa era o prefeito da cidade naquela época.

Em 1934, constatou-se que o teatro estava pequeno para o tamanho da população da cidade, com isso, a capacidade da sala foi aumentada para 2.205 lugares. Posteriormente, com algumas modificações, chegou-se ao número de 2.361 lugares. Em 1996, iniciou-se a construção do edifício Anexo com o objetivo de desafogar o teatro dos ensaios para os espetáculos.

Em 2008, com o patrocínio dos patronos como, Petrobrás, BNDES, Eletrobrás e Rede Globo de Televisão, Embratel e Vale tornou-se possível iniciar a obra de restauração e modernização para o centenário do Theatro. A casa foi fechada em meados de outubro daquele ano e reaberta em 27 de maio de 2010 totalmente reformada, após dezoito meses fechado. A reforma foi realizada usando os melhores e mais duráveis materiais, com o objetivo de postergar outra obra futura. A intervenção restauradora desenvolvida no prédio do Theatro Municipal do Rio de Janeiro teve o objetivo de preservar e salvaguardar a integridade física de um valioso patrimônio brasileiro com expressivo significado cultural, histórico, estético e artístico.

Inicialmente, o Theatro era apenas uma casa de espetáculos, que recebia principalmente companhias estrangeiras, a maioria delas trazidas da Itália e da França. A partir de 1930, o Theatro passou a ter seus próprios corpos artísticos: orquestra, coro e balé. Apesar do nome, o teatro não pertence ao município, mas ao Estado do Rio de Janeiro.

O espectador colocando-se na direção da entrada da Sala de espetáculos verá 456 poltronas da plateia, todas em madeira e veludo, e a sua volta, as 22 frisas. Acima dela o balcão nobre com 344 poltronas e 12 camarotes e a cabine de luz e som. No andar superior estão os 500 lugares de balcão simples e acima destes as 724 cadeiras da galeria, totalizando 2244 assentos.
Olhando para cima verá uma das maravilhas do teatro, o grande lustre central, todo em bronze dourado e com suas 118 lâmpadas com mangas e pingentes de cristal, circundado pela dança de “As Oreadas”, uma das obras-primas de Eliseu Visconti.


Visitação: 

Ocorre de terça à sexta, nos horários de: 11h, 12h, 14h, 15h e 16h. No sábado e feriados de: 11h, 12h e 13h. O ingresso custa R$10,00 (inteira) e R$5,00 (meia entrada). Lotação por visita: 50 pessoas.
O objetivo da visita é conhecer sobre o local e também o lado cultural do Rio de Janeiro. Destina-se a pessoas de todas as idades e renda.
Localiza-se na Cinelândia (Praça Marechal Floriano), no centro da cidade do Rio de Janeiro




Cinelândia - Fernanda Crespo

A Cinelândia é o nome popular da Praça Floriano Peixoto no centro de Rio de Janeiro.Em tempos coloniais, A estrutura principal na área da Cinelândia foi o Convento da Ajuda, construído em torno de 1750. A forma da Cinelândia de hoje começou a se desenhar no início do século 20, quando o Governo brasileiro achou que a cidade do Rio de Janeiro, então capital da República, precisava ser totalmente reformulada.

Começando em 1904, o centro da cidade, foi remodelada seguindo as últimas tendências em matéria de higiene e urbanismo sob a direção do prefeito Pereira Passos. O elemento central da reforma era uma grande avenida - a Avenida Central, agora Avenida Rio Branco, que foi construída atravessando o centro da cidade antiga. A maioria das antigas casas coloniais no centro do Rio foram demolidas. A área em frente ao Convento da Ajuda foi transformada em uma praça pública moderna.

A Cinelândia é o nome popular da região do entorno da Praça Floriano, no centro da cidade do Rio de Janeiro, englobando a área desde a Avenida Rio Branco até a Rua Senador Dantas, e da Evaristo da Veiga até a Praça Manhatma Gandhi onde outrora ficava o Palácio Monroe. O antigo Convento da Ajuda sobreviveu à primeira remodelação da praça, mas foi demolido em 1911. Em seu lugar, foram construídos uma série de edifícios altos que concentravam vários cinemas da cidade. Foi devido a estes cinemas que a área se tornou conhecida popularmente como Cinelândia.

Formada por vários monumentos turísticos como a Biblioteca Nacional, Theatro Municipal ,Câmara Municipal e etc.,pode-se dizer que é uma versão brasileira da Times Square,pois havia muitos cassinos,cinemas,teatros e hotéis.

Como chegar:

Metrô : estação Cinelândia.
De carro: vindo da zona sul,desfrute da linda paisagem do Aterro do Flamengo.
Vindo do centro,venha pela AV Presidente Vargas,Praça XV e siga as placas de sinalização.
De ônibus: linha 184 central/laranjeiras sai da rodoviária da Presidente Vargas,intervalos de 15 minutos.

Atrativos:

  • Theatro Municipal

Essa visita guiada é feita com grupos de até 50 pessoas de hora em hora , de terça a sexta 11hrs, 12hrs, 13hrs, 14hrs, 15hrs e 16hrs.
Sábados e feriados: 11hrs,12hrs e 13hrs
Valor do ingresso : R$ 10,00.

O Theatro Municipal é a principal casa de espetáculos do Brasil e uma das mais importantes da América do Sul. Para que todos possam visitar e conhecer a sua história, a de seus espetáculos e a grande transformação pela qual ele passou, o Theatro reabre para Visitas Guiadas, para que todos que o apreciam, frequentam e visitam tenham a oportunidade de ver o processo de restauração e modernização deste belo monumento histórico.



  • Biblioteca Nacional 
A Biblioteca Nacional, também chamada de Biblioteca Nacional do Brasil, cujo nome oficial institucional é Fundação Biblioteca Nacional, é a depositária do patrimônio bibliográfico e documental do Brasil, considerada pela UNESCO  como a sétima maior biblioteca nacional do mundo e, também, é a maior biblioteca da América Latina. Entre suas várias responsabilidades incluem-se a de preservar, atualizar e divulgar uma coleção com mais de oito milhões de peças, que teve início com a chegada da Real biblioteca de Portugal ao Brasil e cresce constantemente, a partir de doações, aquisições.
Podemos desfrutar de um local lindíssimo, com uma arquitetura espetacular.

Visita guiada : de segunda a sexta de 10hrs ás 17hrs/ sábados e feriados de 12:30 hrs às 16:30 hrs.
Valor do ingresso:R$ 2,00 estudante paga meia/gratuidade para maiores de 65 anos.
Visitas de hora em hora.






Ilha Fiscal - Mayara Alves

A Ilha Fiscal, que foi inaugurada no dia 27 de Abril de 1889, faz parte do Complexo Cultural do Serviço de Documentação da Marinha e é considerado um elo entre o passado e o presente. Anos e anos se passaram e o “castelinho” que foi testemunha de vários fatos históricos, como por exemplo: o Primeiro e último Baile do Império, hoje é uma das principais atrações turísticas do Rio de Janeiro.

No castelo, aberto à visitação destaca-se o Torreão e a Ala do Cerimonial. Há também três exposições permanentes que são atração no Castelo: A História da Ilha Fiscal, A contribuição Social da Marinha e A Contribuição Científica da Marinha.

O acesso á Ilha é feito normalmente pela escuna Nogueira da Gama, mas quando a escuna está em manutenção ou em caso de mau tempo, o acesso é feito por um micro-ônibus.

Informações:


  •  Local de saída: Espaço Cultural da Marinha, Av. Alfredo Agache s/n, Praça XV, Centro, RJ.
  •  Visitação: De quinta - feira a Domingo.

Obs.: Não funciona no dia 1 de Janeiro, Carnaval, Sexta-feira Santa, Finados, 24,25 e 31 de Dezembro. 

  • Horários: 12h30, 14h e 15h30.

Obs.: O embarque iniciará 15 minutos antes do horário da saída da embarcação.


  • Venda de Ingressos: Somente nos dias de passeio das 11h às 16h, no Espaço Cultural da Marinha.
  • Valores: Adultos - R$ 15,OO / Estudantes, crianças até 12 anos e adultos com mais de 60 anos – R$ 7,00  
  • Grupos: Horário de agendamento: de segunda a sexta feira, das 8:15h às 12:00h / 13:15h às 16:00h
Telefones: (021) 2233 – 9165 / (021) 2104 - 6992




Parque da Quinta da Boa Vista - Carmen Lopes

O Parque da Quinta da Boa Vista fica localizado em São Cristóvão, Zona Norte do Rio de Janeiro. O parque possui 155 mil m² e conserva as características do projeto original de 1869, do paisagista francês Auguste Marie Glaziou. O parque da Quinta da Boa Vista é belíssimo e possui imensurável valor histórico. 

O local foi residência da Família Real Portuguesa, tombado pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1938. Foi no antigo Palácio de  São Cristóvão, que nasceram, entre outros, D. Pedro II, a Rainha D. Maria da Glória II e a Princesa Isabel.

Nos jardins do parque há pontes, cascatas, lagos, lugar ideal para passeios e piqueniques. Em relação à arquitetura, destacam-se o Templo de Apolo, o busto de Glaziou, as estátuas em bronze de D. Pedro II e da Imperatriz Leopoldina, além de um pagode japonês (tipo de templo).  

É necessário no mínimo um dia inteiro para conhecer o parque, onde se situam o Museu Nacional, o Jardim Zoológico e o Museu da Fauna. É possível alugar pedalinhos para passear pelo lago, além de alguns tipos de canoas. Pode-se também alugar bicicletas e triciclos. Vale a pena conhecer o Restaurante da Quinta da Boa Vista que fica em frente ao Jardim Zoológico. Ele está instalado onde funcionava a antiga capela da residência da Família Real Portuguesa.  A capela da Quinta foi transformada em restaurante em 1954. O cardápio é variado e possui pratos típicos da culinária portuguesa.

História: 

Nos séculos XVI e XVII, a área onde atualmente se localiza a Quinta da Boa Vista, pertencia aos Jesuítas. Com a expulsão da Ordem, em 1759, a propriedade foi desmembrada, passando à posse de particulares.  Em 1808, ano da chegada da Corte Joanina ao Brasil, a Quinta pertencia ao comerciante português Elias Antônio Lopes, que havia feito erguer, por volta de 1803 o casarão sobre a colina, da qual se tinha uma boa vista da aía de Guanabara. Com a chegada da família real portuguesa, Elias doou a propriedade ao Príncipe- regente D. João Maria de Bragança, que decidiu transformá-la em residência real.

Endereço: Avenida Pedro II, s/n- São Cristóvão. 
Tel: (21) 2234-1181
Horário de Funcionamento: de 6:00 às 18:00.

Meios de Transporte utilizados:

Ônibus: Centro- São Cristóvão: linha 284
Zona Sul- São Cristóvão: linhas 460, 461, 462 e 463- Nas principais avenidas do Leblon, Ipanema, Copacabana, descer no ponto final (estação do Metrô São Cristóvão e atravessar a ponte para o lado esquerdo em direção a Quinta da Boa Vista).

Metrô: Linha 2- Estação São Cristóvão- atravessar a ponte para o lado esquerdo, em direção a Quinta da Boa Vista.




Museu Imperial de Petrópolis - Ana Luiza

Petrópolis é uma das cidades que mais atraem turistas no estado do Rio de Janeiro. Devido ao seu histórico de Cidade Imperial, muitos turistas vão à Petrópolis e realizam o roteiro turístico histórico, tendo como um dos principais pontos turísticos o Museu Imperial.

O local foi comprado por D. Pedro I por volta de 1830, mas a construção do prédio teve início apenas em 1845, e terminou em 1862. O Museu funciona onde foi o Palácio Imperial de Petrópolis, residência de verão de Dom Pedro II, e escolhido pelo imperador como um de seus locais preferidos.

Um importante acervo de peças relacionadas ao período imperial brasileiro é exposto aos visitantes. Este acervo conta com quase 300 mil itens e peças simbólicas, como a famosa coroa do imperador, e é distribuído por cômodos que reconstroem o cotidiano da família na cidade e apresentam aspectos culturais, políticos, sociais e econômicos do Brasil no século XIX. Além da coroa, também estão no Museu alguns documentos guardados no Arquivo Histórico do Museu Imperial, livros raros, diversos chapéus, esculturas, pinturas, painéis, murais, jóias, luminária, mobiliário, objetos de porcelana, utensílios, tapeçaria, materiais de fotografia, vestuário e acessórios, armaria, etc.

A entrada no Museu custa R$ 8, e R$ 4 para estudantes e pessoas acima de 60 anos. Crianças até 6 anos e pessoas acima de 80 anos tem entrada gratuita. Ainda existe o pacote familiar que custa R$ 20, para 2 adultos e 2 estudantes. Guias de turismo com registro na Embratur tem entrada gratuita, assim como petropolitanos e moradores de Petrópolis, que com o projeto “O Museu é nosso” podem entrar gratuitamente todas as quartas-feiras e no ultimo domingo do mês. O horário de funcionamento é de terça a domingo, das 11h às 18h, e a visita é autoguiada com número restrito de visitantes: 320 por vez. A duração média da visita é de 60 minutos, e os idiomas falados pelos funcionários são português e inglês.